A casa tradicional na região de Champagne no leste da França vai reduzir 45 dos 160 postos de trabalho, conforme informou a direção na última sexta-feira. A maioria desses postos será reduzida na produção em Reims.
A crise econômica dificultou a situação em que se encontra a marca de luxo, diz a administradora Anne-Charlotte Amory. Além disso, não é possível concorrer em classes inferiores, o que limita as alternativas para superar a crise.
A adega, que desde 1988 pertence ao grupo empresarial Remy Cointreau, produz anualmente 9 milhões de garrafas, das quais 4/5 são destinadas à exportação. Desde março, houve uma dimuição de 42% do volume de negócios. Por isso, a decisão relativa aos postos de trabalho foi bastante severa.