Ano Novo combina com Champagne e com espumante
Reveillon é a festa da alegria de viver. Por isso combina com fogos, Champagner e espumantes. Mas nem Champagner e espumante não são sinônimos. Champagner é o rei da bebida de Ano Novo . E a coroa pertence à Casa Krug. A Grande Cuvée é um Champagner barroco excelente, com profundidade e aroma de caramelo e nozes tostadas. O preço de pelo menos 130 euros (ou o equivalente a cerca de R$ 390,00) ainda não é o mais alto. A Champagner Clos du Mesnil pode ser adquirida por 900 euros ou cerca de R$ 2.700,00, e pelo raro Clos d´Ambonnay, é preciso desembolsar cerca de 2.000 euros!
Entre as Champagner mais fáceis de serem adquiridas, estão a Bollinger, Billecart-Salmon, Deutz, Gosset e Ruinart. Anselme Selosse é um Champagner de caráter. Os vinhos são envelhecidos em barris de carvalho e respeitam as fases da lua. Os produtores de biovinhos (vinhos ecológicos), como Selosse, são preferidos por muitos conhecedores de vinhos. A Vinaturel, de Starnberger See, na Alemanha, especializou-se em produtos biológicos. Champagner de Franck Pascal, Bedel e Jérôme Prevost são de primeira qualidade e fair quanto ao preço. Os vinhos do pequeno Domaine de Prevost amadurecem em barris de carvalho com uma adega protegida do ar que data da Primeira Guerra Mundial. Os Champagner são autênticos e suaves e são produzidas anualmente apenas 13.000 garrafas. Também entre os bioprodutores, há diferenças.
O Extra-Brut de Larmandier-Bernier, com seu aroma delicado de baunilha, amêndoas e fermento, é o mais indicado para os iniciantes, também quanto ao preço. Os produtos de De Sousa fazem transparecer no aroma o frescor e o solo mineral e rico em cal da região de Champagne e são mais indicados para os conhecedores.
Rosé-Champagner são mais do que um pouco de loucura. Elas são novamente tendência, pois sua qualidade melhorou. Billecart-Salmon, Chartogne-Taillet, Selosse e Gosset são frescos e finos, com um aroma decente de frutas vermelhas e amêndoas, garantindo prazer no consumo.
Champagner originais não são baratas, sem dúvida, e, note-se: somente as bebidas produzidas na região vinícola de Champagne, na França, seguindo o rigor das regras de produção e armazenamento, podem utilizar a denominação de Champagner, caso contrário, a denominação correta, é se espumante. O consumidor paga, certamente, pelo nome “Champagner”, pois lhe é garantido que a bebida foi produzida na região e seguindo os padrões de qualidade, que são, por exemplo:
- Região vinícola produtora limitada
- Regras de distância e densidade relativamente às vinhas
- Limitação da quantidade de produção
- Colheita manual obrigatória
- Prensa imediata e cuidadosa das uvas após a colheita
- Fermentação na garrafa
- Período mínimo de armazenamento para a fermentação
- Proibição do método por transferência para garrafas entre 0,375 e 3,0 litros
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A versão italiana da bebida, denominada “Spumante“, é apreciada no mundo inteiro. Os italianos produzem um espumante menos ácido que os parentes franceses. O Spumante de Giulio Ferrari une a “grandezza“
alegria de viver, como demonstra a Riserva del Fondatore de 1994.
Os vinhos espumantes finos, na Espanha, conhecidos como “Cava”, e, na Alemanha e na Áustria, chamados de “Hauersekt”, infelizmente, não são muito fácil de ser encontrados no Brasil, são excelentes e acessíveis alternativa ao Champagner. Quem adquire essas bebidas, comemorará a entrada de Ano, sem dúvida, com muito gosto e fineza.
O Brasil, nos últimos anos, descobriu no espumante uma verdadeira fonte de poder, o que rendeu alguns prêmios às vinícolas nacionais. O preço é caro para o consumidor, mas a bebida é fina e de qualidade, podendo ser encontrada facilmente no mercado.
Uma sugestão? Aqui você pode escolher livremente, utilizando a grande lista, sabendo a diferença entre Champagner e espumante e obedecendo o princípio fundamental da Adega24.com: Sobre gosto não se discute. Experimente! Comemore a entrada de 2010 em grande estilo!
E lembre-se que Goethe já dizia: A vida é muito curta para beber vinho ruim.